A incrível história das newsletters 🏛️ ➡️ 📧
De Roma para seu e-mail
Se você acha que newsletters são coisa nova, ligadas só à internet, uma modinha passageira… deixa eu te contar uma história. A História das Newsletters. 📜
Mas primeiro deixa eu me apresentar. Meu nome é Giorgio e esta é a primeira edição da Newsletter sobre Newsletter. 😊
(Aos poucos, vou falar mais sobre mim até ganhar sua confiança. Vamos devagar, né?)
Por enquanto, só quero que pense comigo: a tradução das palavras News e Letters é... Notícias e Cartas. Ou seja, cartas de notícias.
Relaxa, isso aqui não é uma aula de semântica. É só uma viagem rápida no tempo! 🚀
Era uma vez...
As primeiras newsletters surgiram láááá na Roma Antiga, por volta de 59 a.C. 🏛️
Isso mesmo: muito antes dos jornais, os romanos já tinham o Acta Diurna, um boletim escrito à mão, encomendado pelo próprio Júlio César.
Esses boletins eram expostos em locais públicos e lidos em voz alta — contando de decretos oficiais até fofocas sobre casamentos e divórcios! 💍🔥
Essas "cartas de notícias" circulavam pelo Império Romano, aproveitando as estradas que, vamos ser sinceros, eram melhores que muita rodovia nossa hoje em dia (alô, BR-163! 🚧).
Do outro lado do mundo, durante a dinastia T'ang (618–907 d.C.), a China também criou algo parecido: o ti-pao, um sistema de boletins oficiais que começou circulando entre governantes e depois chegou à população mais instruída.
Essas primeiras newsletters tinham algo em comum com as que você recebe hoje: um público-alvo bem definido. E para isso funcionar, tanto romanos quanto chineses desenvolveram sistemas postais super eficientes — os "correios" da época! 📜✉️
O [Quase] Fim da História das Newsletters
Com a queda do Império Romano, as newsletters quase desapareceram. Quase. 👀
Na Europa medieval, elas voltaram com força: comerciantes e governos precisavam trocar informações importantes, especialmente sobre negócios.
Era tipo uma newsletter de empresas... só que medieval. ⚔️📜
Aí veio um plot twist histórico: no século XV, Gutenberg inventou a imprensa. Surgiram os primeiros jornais impressos — e as newsletters foram ficando em segundo plano. 📰
Agora, depende do historiador que você escutar:
📌 Alguns dizem que o "renascimento" das newsletters modernas foi no século XV, com boletins impressos sobre grandes eventos globais.
📌 Outros apontam para as newsletters manuscritas do século XVI, cheias de informações políticas e comerciais, que influenciaram até a imprensa das colônias americanas! 🇺🇸
Exemplo? O New-England Weekly Journal, fundado em Boston em 1727, seguia exatamente essa tradição das newsletters para reunir notícias.
Com o tempo, a forma de transmitir notícias evoluiu: rádio 📻, televisão 📺, internet 💻...
E adivinha quem nunca morreu? As newsletters! 😎
Elas floresceram junto com a internet. Mas, olha, nos anos 1980, algumas newsletters impressas bombavam — tanto que a CBC fez uma reportagem em 1988 sobre o sucesso desses boletins de informações especializadas! 💰
📡Direto do túnel do Tempo: Leia e assista a matéria da CBC resgatada de 1988.
Esse negócio dava dinheiro, viu?
Quando a internet de vez entrou no jogo
Nos anos 1990, surgiram as Listservs — as primeiras newsletters digitais enviadas por e-mail.
Jornalistas começaram a usar essas listas para driblar os canais tradicionais e falar diretamente com seus públicos. ✉️
Aí veio uma fase de baixa nos anos 2000 (culpa dos blogs! 😅). Mas no começo dos anos 2010, as newsletters renasceram com força total. 🚀
Em 2014, plataformas como o Mailchimp facilitaram o envio, e veículos como The Skimm, Quartz, Buzzfeed, The Wall Street Journal e The Financial Times apostaram (ou reapostaram) nas newsletters.
E por que esse novo boom na história das newsletters:
Porque as pessoas queriam informação direta, sem depender dos algoritmos das redes sociais.
Porque jornalistas e veículos viram a chance de criar uma conexão real com o público.
Porque novas plataformas facilitaram (e muito!) o envio de newsletters por e-mail.
Em resumo: as newsletters sobreviveram a impérios, revoluções e mudanças tecnológicas, e agora seguem firmes no seu e-mail — sempre evoluindo para manter a boa e velha missão de informar (e encantar!) quem está do outro lado da tela. 💌
Curtiu essa viagem? Então fica por aqui: vem muito mais pela frente na Newsletter sobre Newsletter! 😉
Para finalizar...
Se você está se perguntando "quem é esse cara pra falar de newsletters?", deixa eu contar rapidinho:
Sou um jornalista apaixonado por História. Formado em História. Antes disso, em Jornalismo. 🎓
Atualmente, trabalho no jornal Gazeta do Povo, liderando as áreas de E-mail, Newsletters e Canais de Mensagem (WhatsApp, Telegram, E-mail do Leitor).
Ah! E também sou mestrando na UFPR.
(Se você adivinhar o tema da dissertação, ganha um doce... desde que venha buscar pessoalmente! 🍬😂)
Um abraço,
Giorgio Da Newsletter





